Informações
Autor(es)
Nascimento, Christian Lindberg Lopes do; Morais, Lauro Iane de; Piauí, William de Siqueira (Org)
Ano de Publicação
2026
Endereço Web
Referência e Conteúdo
Referência Completa
Nascimento, Christian Lindberg Lopes do; Morais, Lauro Iane de; Piauí, William de Siqueira (Org). O Manguezal – Revista de Filosofia. São Cristóvão/SE, v.2, n. 26, jan. -jun. 2026, ISSN: 2674-7278. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/omanguezal/issue/view/1499.
Resumo
A ideia de organizar o Dossiê Ensino de Filosofia: diálogos desde a América do Sul surgiu após uma das mesas do VII Congresso da Associação Latinoamericana de Filosofia da Educação. Lembro que estávamos reunidos e o bate-papo foi o de aumentar o intercâmbio científico entre os dois países, tendo as pesquisas voltadas ao ensino de filosofia como elemento central. Um dos resultados dessa conversa encontra-se materializada nesse Dossiê. Composto por dez artigos, os autores e as autoras são de quatro nacionalidades diferentes: Argentina, Brasil, Chile e Colômbia. Com exceção da Argentina, as demais nacionalidades tiveram representantes no simpósio Enseñanza de la filosofia como problema filosófico: sentidos y perspectivas, que foi organizado pelo professor Maximiliano Dussan
(Colômbia).
Desse modo, esperamos que o Dossiê Ensino de Filosofia: diálogos desde a América do Sul possa contribuir com o debate em torno do ensino de filosofia como um problema filosófico. De igual modo, somar esforços com aqueles que advogam que o ensino de filosofia deve estar a serviço da libertação do pensamento do julgo da dominação cultural. Em resumo, pensar o ensino de filosofia, desde a América do Sul, é, portanto, a porta de entrada para estreitar nossos laços históricos e o ponto de partida para nos colocar diante da comunidade filosófica internacional de forma autônoma.
(Colômbia).
Desse modo, esperamos que o Dossiê Ensino de Filosofia: diálogos desde a América do Sul possa contribuir com o debate em torno do ensino de filosofia como um problema filosófico. De igual modo, somar esforços com aqueles que advogam que o ensino de filosofia deve estar a serviço da libertação do pensamento do julgo da dominação cultural. Em resumo, pensar o ensino de filosofia, desde a América do Sul, é, portanto, a porta de entrada para estreitar nossos laços históricos e o ponto de partida para nos colocar diante da comunidade filosófica internacional de forma autônoma.



